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Como cobrar por serviços fotográficos (Parte III)

Esta é a terceira parte deste texto. As partes anteriores podem ser lidas clicando nos links a seguir:

“Introdução”, “Parte I”, “Parte II”.

 

Nesse capítulo veremos, na prática, como calcular os custos, como estimar o lucro e como transformar isso em um preço; Durante todo o texto inserirei imagens de exemplos dos cálculos em uma planilha. Essa planilha (em formato Excel “.xls”) estará disponível para download no fim do artigo.

Resumo do processo:

1) Para começarmos a pensar num orçamento precisamos definir quanto tempo será necessário para realizar o serviço, isso inclui pré-produção, execução e pós-produção. Ou seja, quanto tempo será gasto em preparativos, quanto tempo será gasto na realização das fotos e quanto tempo será gasto no tratamento, impressão, etc.

2) De posse do número de horas previstas multiplicamos esse número pelo nosso Valor de Venda da hora (veremos detalhadamente esse cálculo mais abaixo). Isso nos dará o nosso subtotal de valor de horas.

3) Somamos ao subtotal do valor de horas todos os repasses de custo do serviço (transporte, diárias de assistentes, produtores, modelos, aluguel de locação, impressão das fotos, etc.). Isso nos dará o nosso Valor de Realização da Foto.

4) Calculamos o Valor de Licenciamento da Foto, se for o caso (publicidade, editorial, etc.). Fotógrafos que vendem apenas cópias impressas das fotos não incluem esse valor.

5) Somamos o Valor de Realização da Foto ao Valor de Licenciamento da Foto e adicionamos a esse resultado o repasse dos impostos. (Veremos em detalhes o repasse de impostos e o Valor de Licenciamento no próximo e último texto dessa série.)

Vamos então ao cálculo do Valor de Realização da Foto e do Valor de Venda da Hora. Vale ressaltar que não iremos exatamente vender nosso trabalho “por hora”, mas precisamos MUITO saber esse valor para não cairmos em armadilhas.


Cálculo do Valor de Realização da Foto

1o passo: Enumere seus custos fixos.

Simplesmente liste seus custos fixos mensais e some-os. Claro que contas de luz, água, telefone, etc. são variáveis, mas seus valores não variam absurdamente. Lance uma “média pessimista” na tabela. Seja atento a todo tipo de gasto necessário ao negócio e isso inclui seu aprimoramento e educação. Crie uma provisão mensal para cursos/livros e junte esse valor numa conta para custeá-los.

Enumeração de custos fixos
Enumeração de custos fixos

A única coisa aparentemente complicada nesse cálculo é a obtenção do valor da depreciação mensal dos equipamentos. Isso merece atenção, é muito importante e totalmente ignorado pela maioria.


Entendendo a depreciação:

Depreciação é a perda de valor de um bem em decorrência do desgaste no curso de sua vida útil estimada. Você deve calcular o valor de TODOS os seus equipamentos (exemplos abaixo) e estimar sua vida útil em anos. Parta do pressuposto que o equipamento vale o que você pagou na data da compra e passa a não valer nada na data do fim da sua vida útil estimada. Calcule quanto ele perde de valor por mês. Some o valor de depreciação mensal de todos os seus equipamentos e essa será sua “Depreciação Mensal”, isso entra nos custos.

O cálculo em si é simples, vejamos um exemplo:

Câmera Nikon D300, foi comprada por R$5.300,00 em fevereiro de 2009. Num uso profissional intenso eu dou para ela 2 anos de vida. Sim, é um chute, mas deve seguir uma lógica. Mesmo que a câmera resista bravamente, depois desses dois anos o fotógrafo provavelmente vai querer fazer um “upgrade”.

Dividimos então os R$5.300,00 por 24 meses e concluímos que a câmera perde R$220,83 de valor por mês. Isso é a depreciação mensal dela.

Note que no fim da sua previsão de vida um equipamento chega ao valor zero e para de depreciar. Ele pode continuar sendo usado, pode ficar para backup ou pode ser vendido (e o valor de venda é todo lucro).

Os prazos e vida útil são só exemplos e variam de equipamento para equipamento. Use o bom senso. Calcule a depreciação individualmente para equipamentos caros que serão substituídos individualmente (câmeras, objetivas, flashes, etc.) e em grupo para equipamentos de menor valor (filtros, cabos, baterias, etc.).

Faça uma planilha com todos os seus equipamentos usados no processo fotográfico, tudo mesmo. Calcule a depreciação mensal de cada um e descubra qual é o seu custo mensal de depreciação. É fundamental saber esse valor e incluí-lo nos seus custos, pois do contrário, quando seu equipamento quebrar você terá de tirar do seu bolso para repô-lo. Muitos fotógrafos, após fecharem suas contas do mês, colocam esse valor referente à depreciação total mensal em uma poupança para ter sempre o dinheiro de reposição separado e rendendo um pouquinho.

É comum um fotógrafo profissional mediano perder mais de mil Reais por mês em valor de equipamentos sem sequer fazer idéia disso. Esse exemplo foi inventado agora, então posso ter esquecido algo, mas é bem razoável:

Calculando a depreciação dos equipamentos
Calculando a depreciação dos equipamentos

No exemplo acima o valor mensal já inclui um adicional em função da inflação. Ao concluir o cálculo da depreciação mensal total, jogue esse valor nos custos fixos (e separe esse dinheiro).

 

2o passo: Estipule o seu salário.

Vamos deixar claro, pois muitas pessoas têm dificuldade em entender isso: Você vai receber dois montantes de dinheiro mensalmente da sua empresa: Salário (como fotógrafo funcionário) e Lucro (como dono administrador). O seu salário é custo para a empresa, da mesma forma que o salário de outros funcionários. Isso é ótimo pois te permite fazer um trabalho a preço de custo (para caridade ou para um amigo) sem que você tenha que pagar para trabalhar.

Ao estipular o seu salário seja realista. Pense no salário que você precisa receber para sobreviver e não no que gostaria de receber. Lembre-se que você ainda receberá os lucros. Pense no valor que você como administrador pagaria a alguém para fazer seu trabalho de fotógrafo.

Determinando o salário
Determinando o salário

Se você pensa em tirar férias é prudente provisionar um valor que possa, em onze meses, gerar um montante capaz de cobrir o seu salário e os demais custos fixos da empresa. Para tanto pegue o subtotal dos custos fixos, some o seu salário e divida por onze. Esse valor deve ser separado mensalmente para poder cobrir o seu salário e os custos fixos nas suas férias. O total final dos custos fixos mensais inclui esse valor.

 

3o passo: Calcule seus custos por hora e seu Valor de Venda da Hora.

Calcule quantos dias você estará disponível para trabalhar por mês e quantas horas por dia. Novamente, seja realista! Se você só faz casamentos tem que contar somente os dias e as horas viáveis para tal serviço, afinal ninguém casa às sete da manhã de segunda-feira.

De posse do número de horas disponíveis para trabalho por mês, desconte desse número uns 20% referente a inatividade, afinal você dificilmente conseguirá trabalhar 100% das horas úteis (isso evita surpresas desagradáveis). Divida o seu total de custos fixos mensais pelo número de horas úteis (já descontadas) do seu mês de trabalho e você terá seu custo por hora. Pronto! Esse é o seu CUSTO por hora. Você JAMAIS pode cobrar menos que isso, ou estará pagando para trabalhar.
Custo por hora
Custo por hora

Em cima desse valor coloque uma camada de lucro e esse será seu VALOR BASE por hora ou seu Valor de Venda da Hora. Estude e simule bastante para determinar a sua margem de lucro. É aqui que o fotógrafo iniciante irá cobrar pouco (fazendo um valor pouco acima dos custos) e o fotógrafo renomado irá cobrar pelo seu nome e pela sua qualidade.

 

De posse desses valores podemos começar a orçar o valor dos nossos serviços baseado na estimativa de tempo de execução e podemos fazer prognósticos de lucro.

Valor de venda da hora e previsões de resultados
Valor de venda da hora e previsões de resultados

 

4o passo: Orçando os custos variáveis de um serviço

Os passos anteriores serão realizados apenas uma vez e você terá os dados prontos para os orçamentos futuros.

Para orçar um serviço estime o número de horas necessárias incluindo manipulação das imagens (seja pessimista) e multiplique por seu valor de venda da hora. Some a isso os custos variáveis do serviço (exemplificados na imagem abaixo).

Orçamento e custos variáveis
Orçamento e custos variáveis

Com isso obtemos o Valor de Realização da Foto!

 

Nesse ponto alguém sempre pergunta: “Então o valor que eu obtiver será o valor que eu vou cobrar por esse serviço?”

A resposta é: Provavelmente não. Você pode cobrar a mais se achar que é possível… Se o serviço envolver licenciamento da imagem esse valor deverá ser somado, bem como o repasse de impostos (falarei sobre ambos no próximo texto).

Você nunca deve cobrar menos que esse valor. Se achar que está caro, tente enxugar os custos variáveis, as horas ou rever a sua margem de lucro no valor da hora.

Por hoje é só. Valor de Licenciamento, repasse de impostos e mais exemplos amanhã.

Abraços.

 

Clique aqui para seguir para a parte IV (final)

54 comments to Como cobrar por serviços fotográficos (Parte III)

  • Jeferson Kim

    Muito bom Geraldo, admiro bastante a sua dedicação para o crescimento do nosso meio.

    Abraços

    Jef

  • Geraldo Garcia

    Obrigado Jeferson!
    A nossa classe precisa aprender que fica mais forte unida.
    Abraços.

  • Oi Geraldo,
    Tudo bem?
    Sou sua colega da Fototech. Gostei muito do seu blog! Tem informações valiosas e já adicionei nos meus favoritos!
    Conheça também o meu blog:
    http://luciaadverse.wordpress.com/
    Um abraço, Lucia

  • Oi Geraldo.
    Bem vindo a Fototech e obrigado pelas informações. Já conheço você da comunidade do Orkut. Sempre acompanho seus dizeres. MUito Bons!
    Abraço,
    André Luppi

  • Sem palavras Geraldo!
    Parabéns!
    Já sabe…acompanho desde a comunidade no orkut, e te admiro pela dedicação no ensino, sem cobrar nada. Procuro sempre fazer o mesmo, mas não tenho esse talento (ou talvez ‘saco’ mesmo…rs) para escrever tão bem e objetivamente.
    Já tem link pro blog no meu orkut, e acho que vou linkar direto nesse artigo…rs Um dia eu faço um blog, ou organizo uma seção de ensino no meu site…
    valeu!

  • Pierre Medeiros

    Muito bom este artigo…
    Dá uma luz pra gente que está começando!!!
    Valeu!!!

    E a planilha para download?

    • Geraldo Garcia

      A Planilha pra Download vem junto com a última parte do artigo, que deve subir hoje ou amanhã (tive uns trabalhos de última hora que me impediram de seguir o cronograma de postar uma parte por dia).

      Abraços.

  • Geraldo Garcia

    Obrigado a todos. Divulguem mesmo! Temos que martelar esses conceitos na cabeça das pessoas até entrarem. A próxima parte, sobre valor de licenciamento, é uma das mais difíceis das pessoas aceitarem “a idéia”, embora o cálculo seja ridiculamente simples. Por conta disso estou anexando nela os valores de “midia kit” de alguns grandes veículos de comunicação para que todos entendam quanto dinheiro pode ser gerado por conta da sua foto e o quão ridículo é o valor pago ao fotógrafo em proporção.

    Abraços.

  • Geraldo, eu nunca vi alguem falar tão bem sobre este assunto. No gostei muito da forma como vc dispõe as formas. Depois quero dar uma olhada na planilha, pq a minha não é tão arrumadinha como a sua. hehehe
    abraços.

  • [...] Introdução, parte 1, parte 2 e parte 3. [...]

  • [...]  parte 1  parte 2  parte 3  parte [...]

  • Opa Geraldo!

    Adorei essa “série”, pois sou um fotógrafo amador (que há de tornar-se profissional) que, infelizmente, cobra(va) barato. Agora vou rever meus custos e calcular melhor meu lucro.

    Obrigado!

  • Muito bom esse artigo. Parabéns pela iniciativa!

  • [...] a cobrar o preço certo pelo seu serviço – “Introdução” , “Parte I” , “Parte II” , “Parte III” , “Parte [...]

  • Carlos Eduardo Sisso

    Oi, Geraldo!

    Obrigado pelas informações. Muito úteis!

    Cara, ainda não terminei de ler tudo, mas até aqui, na parte III, a única coisa que não entendi foi a tal “Horas c/ lucro para atingir o Ponto de Equilíbrio”. O que vem a ser isto? O que é este “Ponto de Equilíbrio”?

    • Geraldo Garcia

      P.E. (Ponto de Equilíbrio) é o momento no mês de trabalho em que seu faturamento até então empata com os custos fixos totais do mês. Se você parar de trabalhar nesse momento não terá lucro mas também não terá prejuízo no mês.
      Um P.E. muito próximo do fim do mês pode significar problemas em meses de baixo movimento.

      Abraços.

  • Genial este artigo, montei minha própria planilha e agora tenho a noção clara de quanto cobrar pelos meus serviços fotográficos… todavia ainda tenho uma dúvida: que preço eu devo cobrar por fotos já impressas? Tipo, um amigo ou cliente deseja adquirir uma única cópia impressa em 30x40cm de uma paisagem que eu registrei a 3 anos atrás para colocar em sua sala, quanto eu devo cobrar por esta cópia?

    Sds,
    Fábio Pinheiro

    • Geraldo Garcia

      Obrigado Fábio.

      Sobre a sua dúvida não tenho resposta. Aí passa ser o valor monetário da sua “arte”… Difícil de avaliar (para quem não é “marchand”).

      Abraços.

  • [...] Parte III – Cálculo do Valor de Realização da Foto, Depreciação do Equipamento, Estipule seu Salário. [...]

  • [...] do tutorial ->“Introdução” , “Parte I” , “Parte II” , “Parte III” , “Parte [...]

  • [...] por serviços fotográficos (parte I) ? Como cobrar por serviços fotográficos (parte II) ? Como cobrar por serviços fotográficos (parte III) ? Como cobrar por serviços fotográficos (parte [...]

  • Haroldo Kennedy

    É melhor acrescentar todo o curso de primeiro grau, segundo e terceiro se for o caso, além da pós-graduação caso tenham…

  • Renato Loiola

    vou tentar montar minha planilha, com certeza terei várias dúvidas, espero poder contar com vc, e muito obrigado pelas informações, são muito raras, pois ninguem compartilha de tais

  • Geraldo, eu viajava nesses cálculos (claro, sem conhecê-los) antes de ler teus artigos. Agora tudo fica claro. Como sou iniciante, essas dicas e instruções vão me ajudar muito.
    Valeu!
    Sucesso!
    Abraço!

  • Eu faço uma conta bem simplificada da depreciação do corpo da câmera, mas a finalidade é mostrar para alguns colegas que trabalham como freela quanto de dinheiro estão perdendo, quando pensam que estão ganhando.
    Uma câmera tem aproximadamente 50.000 clicks de vida útil, e se ainda não precisou de manutenção a partir daí com certeza vai precisar. Se para cada click eu reservar 0,12 de custo de depreciação, ao atingir 50.000 vou ter R$ 6.000,00 para pensar em uma nova câmera, que é o valor médio dos modelos (APS) quando lançados no mercado. Nesse valor, já tem uma gordurinha para aquela(s) bateria(s) extra, cartão de memória, etc.
    Costumo apresentar essa conta (fácil de entender) a colegas, porque vejo muitos trabalhando por 200,00 e até 150,00 o freela, assim como é comum em um evento fazer 1000 fotos – infelizmente, quantidade virou argumentação de venda – e ao fazer 1000 fotos o profissional perdeu 120,00 só de desgaste do corpo, não considerando outros itens como, flash, pilhas, bateria e o deslocamento.
    A sua planilha é perfeita, mas o que o pessoal faz é garantir o feijão com arroz, na maioria das vezes perdendo muito dinheiro.

    Grande abraço e parabéns!

  • Olá Geraldo Garcia,

    Muito bom o artigo, ainda não li os outros, conheci o blog agora, mas já estou indo ler. Parabens

    Sou administrador por paixão e por formação, amo gerir e avaliar negócios, minha esposa é fotografa e eu a auxilio no administrativo do estúdio. Venho trabalhando nessa questão de depreciação dos equipamentos e custo do trabalho desde que começamos, e sem dúvida seu artigo está super completo, bastando apenas adequar a cada caso específico.
    Nosso estúdio existe desde maio/09 e ontem chegou nossa D700, é up grande para quem ainda tinha um D80.

    Mais uma vez parabens.

  • alex Silva

    Caro Geraldo.
    Estou a apenas um ano no mercado, e sempre me preocupei em relaçao a orçamentos.
    Pesquisei bastante o mercado da minha regiao, e simplismente cobrei o mesmo valor em relaçao aos companheiros! Claro q perdi alguns trabalhos, mas por outrora acabei conquistando estatus!!!
    Logico, estudo muito para manter um diferencial em meus trabalhos!
    Bom, agora em apenas 04 paginas vc me tirou todas as duvidas de ate mesmo como administrar minha empresa, vc esta fazendo um maravilhoso trabalho, Parabens!!!

    Tenho bastante interesse em participar da comunidade, se possivel me adiciona no orkut e comente alguns dos meus trabalhos. agradeço a atençao!
    Alex Silva

    http://www.orkut.com.br/Main#AlbumList?uid=10005406562949479013

    http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=10005406562949479013

  • Aline

    Olá, adorei esse artigo! Parabéns!
    A unica coisa é que não estou achando o link da planilha.

  • Aline

    Infelismente enquanto uns ajudam e MUITO, outros parece que sentem prazer em atrapalhar. Geraldo Garcia, parabéns por esse artigo, muito bom mesmo.

    p.s.: para quem não conseguir fazer sua própria planilha, estou refazendo uma, meu e-mail é aline.beatriz.1@hotmail.com, estou disposta a enviar (sem custo e sem dizer depois “essa é minha”) para quem precisar.

  • Para ajudar a compor o preço:

    Não se deve acrescentar por exemplo o custo de coisas que você faria de qualquer maneira, mesmo se não se dedicasse a fotografia por exemplo, isto se reduz numa frase:

    “O custo de alguma coisa é aquilo de que você desiste para obtê-la” (tradeoff), Introdução a Economia, 5a edição da tradução americana de “Introdução à Economia”, N. Gregory Mankiw.

    Em resumo, eu brinquei com o tema quando num post anterior, sugeri acrescentar as despesas do curso de primeiro e segundo graus. Já deu para entender que istas coisas NÃO entram…

  • Rafão Rosa

    Mestre, muito obrigado por suas aulas, seus textos para mim são motivadores…

  • [...] This post was mentioned on Twitter by wandeclayt and Editora iPhoto, Carlos & Lene ?. Carlos & Lene ? said: IMPERDÍVEL: Como montar orçamentos? 1. http://bit.ly/cUlJNE 2. http://bit.ly/bwlQSp 3. http://bit.ly/9e8oEv 4. http://bit.ly/cEIV9L #fot [...]

  • Márcia Castro

    Olá, muito boas as dicas, certa vez aprendi num curso rápido de artezanato a calcular custos e lucros de forma bem simples, multiplica-se em tres vezes o gasto com o material, você tem o custo do material, o custo da mão de obra e o seu lucro (este último pode ser menor caso deseje ganhar clientes pelo baixo preço).É claro que seu cálculo é muito mais eficiente, principalmente em relação aos equipamentos, minha grande preocupação. Mas gostaria de uma resposta, como calcular em grandes quantidades, tipo formaturas, como pode ser feito o calculo individual a cobrar dos alunos, já que o tempo gasto para realizar as fotos é em conjunto? Há como fazer uma geral no preço? Aguardo, grata.

  • Elioenai S. Kososki

    Olá, Geraldo!!!
    Gosto muito do seu blog, e em especial, este tópico. Já trabalhei como fotografo de casamento, ensáio de gestantes e crianças a uns 10 anos atráz, e estou retornando a profissão. Nos meus trabalhos, passo orçamento para 60 fotos em video cd, e se o cliente desejar, um fotolivro. Como eu posso dar um orçamento para esta quantidade de fotos, ou uma quantidade maior para um cliente? Da para usar a tabela também??? Aguardo, obrigado.

  • Elaine carnevale

    Parabéns Geraldo,
    Estou no ramo a pouco tempo. Foi muito esclarecedor.
    Temos que ficar atentos para não “pagarmos para trabalhar”.

    Abraços!

  • Cláudia Almeida

    Excepcional, melhor explicado que isso é impossível!!Geraldo, sem contar ainda com depesas de seguro, pois se um estúdio ou equipamento desses for roubado, é final
    de carreira, principalmente pra quem não cobra essas despesas e depreciações.

  • Cris Rebelo

    Olá… que bom ter um artigo deste.
    Vou iniciar meu trabalho como fotógrafa amadora. Antes de “inventar” um preço, resolvi pesquisar na intertet e encontrei seu blog. Pelo menos vou iniciar cobrando corretamente!!! Obrigada pela dedicação e o talento de ensinar!!!

  • Osmar Oliveira

    nem sei se esse post recebe comentários, muito antigo. mas gostei bastante e me esbarrei em um ponto. Caso possa me ajudar agradeço.
    Depois que tiro o desconto de produtividade (20%) minhas horas mês ficam em 112 h/m, o problema é que, como estou começando resolvi colocar o valor de venda da hora pariado com custo da hora, nesse caso meu ponto de equilibrio fica em 134 h/m. ou seja sempre vou ficar a mercê da improdutividade, pois se realmente ficar 20% de horas parado meu custos não vão ser cobertos. O unico jeito é almentar minha margem de lucro?

    • Geraldo Garcia

      Claro!
      Se não der, então você tem que conseguir trabalhar mais.
      Se não der… então você tem que mudar de profissão.
      Não é sarcarsmo, é matemática dura e fria.

      Abraços e boa sorte.

  • fabiana

    Oi Geraldo

    Preciso dizer que este site era tudo que eu precisava para esclarecer minhas duvidas…
    Só uma coisa: como podemos cobrar por um serviço de edição de fotos, ex. a criação de uma apresentação de slides para um evento. Foram algumas horas para escolher as fotos, musica e outros detalhes alem do deslocamento. Não sabemos se é cobrado por hora ou serviço, na realidade, estamos iniciando recentemente na area e há alguns serviços alem de fotografia, como a edição das fotos, feito individualmente ou seja, fotos que ja haviam sido batidas em outra ocasião e agora iremos fazer esta apresentação. Como cobrar por este serviço?
    Agradeço se puder nos ajudar, pois precisamos conquistar nosso espaço e nada melhor do que fazer da forma correta e justa.

    Grata
    Fabiana

  • Olá Geraldo, boa tarde!

    Simplesmente ADOREI suas planilhas e informações, realmente ficamos com muitas dúvidas em como cobrar os trabalhos, já que infelizmente a maioria da sociedade além de descriminar não imagina o quanto trabalho dá para fazer uma foto bem feita, as horas, os custos, os equipamentos.

    Obrigada por clarear a mente de muitas pessoas!

  • Silva

    Uma duvida: se existirem dois funcionários, eu lanço todos os custos com eles inclusive ferias corretamente até ai tudo bem, mas e as horas eu somo dos dois, por exemplo, se cada um trabalhar 105 horas, entao minha empresa ao todo trabalha 210 horas?

    • Geraldo Garcia

      Depende. Seus funcionários trabalham em conjunto ou em separado? Nas, digamos, 8 horas do dia você consegue atender um cliente por 8 horas ou dois clientes ao mesmo tempo por oito horas cada (um com cada funcionário)? Isso define a sua quantidade de horas/mês disponíveis para atender seus clientes.

  • ROSELI CORRÊA

    vou fazer meu primeiro trab fotógrafico n sou proficinal calendário mas n sei como cobrar pela minhas fotos gostaria de uma ajuda obrigada pela atenção.
    rhc

  • Maria Fernanda

    Olá Geraldo, adorei o site e a sua explicação sobre o quanto cobrar e como pensar sobre, mas ainda me resta uma dúvida que acredito que seja bem boba, mas temos todos os valores da empresa e depreciação e por fim um valor que deve ser cobrado mas pelo trabalho, mas não percebo esse valor no preço final ou talvez como separar esses valores, a separação aconteceria com o montante do mÊs ou a cada trabalho?

  • Emerson Ferreira

    Geraldo,
    Sou um fotógrafo amador com vontade de ser profissional a anos… Mas, sempre amador.
    Parabéns pelo excelente artigo e pelo seu Blog.
    Sugiro que voce repense sua posição de não divulgar mais a sua planilha de custos, pois voce ja divulgou seus comentarios sobre elaboração inicial, desenvolvimento e aperfeiçoamentos da planilha.
    Agora que conheci o blog irei acompanhar os seus artigos e e o seu trabalho.
    Sucesso!
    Abraço

  • Renata

    Fantástico Geraldo, parabéns pelo desapego, pela visão e por compartilhar conosco seu profissionalismo. Sou Administradora de Empresas, apaixonada pela fotografia, tenho estudado e pretendo realizar trabalhos. Prezo pelo profissionalismo e valorizo todas as aptidões do ser humano. Juntos podemos realizar grandes sonhos.

  • Obrigado Geraldo por compartilhar informações fundamentais para tornar-se um profissional no mercado da fotografia. Tenho notado aqui em Manaus uma certa resistência por parte dos profissionais em compartilhar informações sobre como iniciar no mercado. Enviei um convite de amizade no facebook. Espero que possámos trocar muitas informações. Abraços.

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